sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

EXAMES MODERNOS - SAIBA MAIS SOBRE SAÚDE

ECOCARDIOGRAMA


ULTRASSONOGRAFIA

RESSONÂNCIA

APARELHO DE ÚLTIMA GERAÇÃO - HOSPITAL MERIDIONAL - ESPÍRITO SANTO -  BRASIL


O Espírito Santo conta agora com um aparelho de hemodinâmica considerado um dos mais modernos do Brasil e do mundo. O AlluraXper FD10 acaba de ser adquirido pelo Hospital Meridional e possibilitará realizar exames e intervenções minimamente invasivas com baixa radiação e contraste. Os resultados são visualizados em tecnologia 3D e informam aos médicos os vasos do cérebro, abdômen e coração que estão lesionados.

O equipamento está presente nas maiores universidades do mundo e nos principais centros de referência cardíaca do Brasil, como o Hospital Israelita Albert Einstein, Instituto do Coração (InCor) e Hospital do Coração (HCor). “Ele proporciona mais precisão para o diagnóstico da arritmia, obstruções coronárias, aneurismas cerebrais e da aorta, entre outras enfermidades.”, explica José Airton de Arruda, o cardiologista do Hospital Meridional.

Ainda de acordo com ele, o equipamento capta imagens coronárias por meio de uma rotação rápida ao redor do paciente. As imagens são em tecnologia 3D, com alta resolução e precisão que permitem visualizar os vasos com grande nitidez e sob vários ângulos.

O AlluraXper FD10 tem também a capacidade de simular a colocação de dispositivos para tratar doenças cardíacas, como o stent, uma espécie de ‘mola’ implantada nos vasos cuja função é facilitar o fluxo do sangue, aumentando significativamente o diâmetro desses dutos.

“Uma vez colocado o stent, por exemplo, por meio do novo aparelho conseguimos ainda detectar deformidades do dispositivo durante seu processo de adaptação e podemos intervir para adequá-lo”, acrescento o médico.


EXAME DE CINTILOGRAFIA


EXAME: CINTILOGRAFIA ÓSSEA



O que é cintilografia óssea?

O exame consiste basicamente na injeção na veia de um radiotraçador ósseo (difosfonado) que concentrará no osso proporcionalmente a taxa de formação ou metabolismo ósseo. O exame permite o rastreamento de todo o esqueleto.

Para que serve o exame?

A cintilografia óssea permite a detecção precoce de qualquer situação que pode aumentar o metabolismo dos ossos, dentre as quais se destacam:
  • pesquisa de metástases;
  • infecções e inflamações dos ossos – osteomielite;
  • osteonecroses (interrupção do suprimento sanguíneo para o osso);
  • dores de origem indeterminada;
  • suspeita de sacroileíte ou espondiloartropatias;
  • fraturas e avaliação de pseudoartrose;
  • fraturas de estresse, geralmente nos atletas e bailarinos(as);
  • avaliação tardia de próteses (solturas, osteomielite);
  • avaliação e seguimento de tumores ósseos;
  • doenças osteometabólicas (Paget, displasias, raquitismo, hiperparatireoidismo etc).
Cintilografia Óssea
(clique sobre a imagem para ampliar)


 

Quem deve solicitar o exame de cintilografia óssea?

Como qualquer método de diagnóstico por imagem o exame deverá ser sempre solicitado pelo seu médico(a).

O exame é seguro?

Os riscos são MÍNIMOS, relacionados apenas a probabilidade de reação adversa ao radiofármaco injetado na veia. Estudos médicos incluindo mais de 850.000 pacientes verificaram índices MÍNIMOS de reação, variando de 2 para cada 100.000 a 1,1 para cada 10.000 aplicações, ou seja, entre 0,002% a 0,01%. O tipo de reação mais verificado foi rubor cutâneo temporário (pele avermelhada), não se observou nenhuma reação grave que necessitou de hospitalização ou que tenha causado sequela para saúde. Mesmo aqueles pacientes que apresentam antecedentes alérgicos podem realizar cintilografias sem riscos consideráveis. Apenas para comparação, o risco de reação adversa relacionada aos exames de medicina nuclear chega a ser até 1.000 vezes menor que o risco de reação aos contrastes iodados utilizados nas radiografias e tomografias contrastadas.

A radiação empregada no exame faz mal para saúde? E se eu estiver grávida?

NÃO existe dano ou risco algum para o paciente nas doses de radiação habitualmente utilizadas nos procedimentos diagnósticos de medicina nuclear. A exceção seria no caso de mulheres gestantes (principalmente no 1° trimestre) ou durante a amamentação pois, devido a maior sensibilidade do feto e do recém nascido, evita-se a exposição a qualquer nível de radiação. Portanto as cintilografias são contra-indicadas em gestantes e mulheres durante a amamentação, salvo em casos especiais previamente discutidos com médico responsável.

A cintilografia óssea pode ser realizada em crianças?

O estudo pode ser realizado em recém nascidos sem nenhum prejuízo para a saúde.

E nos casos de insuficiência renal?

Os radiofármacos não apresentam toxicidade para os rins e mesmo os pacientes que apresentam função renal diminuída podem realizar o exame.

Como é realizada a cintilografia óssea?

Antes do início do exame, após fornecer dados para ficha cadastral, a equipe técnica do CDM realizará uma entrevista rápida, no intuito de obter informações pertinentes a respeito dos antecedentes de saúde. A seguir será realizada injeção na veia com agulha fina (desconforto mínimo) do radiotraçador ósseo MDP-99mTc com probabilidade quase nula de reação . A dose de radiação é baixa (similar ao exame de Raio-X). Caso o(a) médico(a) tenha solicitado ou se o médico nuclear do CDM achar necessário, no momento da injeção, será realizada uma etapa inicial para análise de fluxo sanguíneo, com obtenção de imagens durante 5 minutos. Após a injeção do traçador o(a) paciente deverá retornar após 2 a 5 horas (tempo necessário para que haja concentração adequada nos ossos). O horário de retorno para realização das imagens será fornecido no dia pela equipe técnica. Neste intervalo o paciente deverá ingerir muito líquido para estimular a diurese e melhorar a qualidade das imagens além de tomar cuidado para não cair urina na roupa ou na pele o que pode atrapalhar a realização das imagens. Não é necessário permanecer na clínica durante o intervalo. Após o retorno, o tempo para adquirir as imagens do esqueleto é em torno de 30 minutos e a seguir o paciente estará liberado.

Qual é o preparo para realizar o exame?

  • NÃO é necessário jejum! Alimente-se normalmente!
  • NÃO é necessário suspender as medicações em uso!
  • Procure vestir roupas confortáveis, sem excessos de botões ou peças metálicas.
  • Evite cintos com fivelas muito grandes.
  • Evite excessos de jóias, brincos, pulseiras.
  • Não é necessário vir de bexiga cheia.
  • Se tiver, traga exames recentes relacionados com seu caso (cintilografias prévias, radiografias, tomografias, ressonância, ultra-som, biópsias,
    relatórios médicos)
EXAME DE CINTILOGRAFIA DE TIREÓIDE


Para que serve o exame de cintilografia de tireóide?

A cintilografia da tireóide é um exame funcional que avalia a atividade da glândula tireóide nos casos de hipertireoidismo. Ajuda também na diferenciação dos nódulos tireoidianos e no diagnóstico de tireóide ectópica.

O exame é seguro?

Os riscos são MÍNIMOS, relacionados apenas a probabilidade de reação adversa ao radiofármaco injetado na veia. Estudos médicos incluindo mais de 850.000 pacientes verificaram índices MÍNIMOS de reação, variando de 2 para cada 100.000 a 1,1 para cada 10.000 aplicações, ou seja, entre 0,002% a 0,01%. O tipo de reação mais verificado foi rubor cutâneo temporário (pele avermelhada), não se observou nenhuma reação grave que necessitou de hospitalização ou que tenha causado sequela para saúde.
 
 
Tireóide
(clique sobre a imagem para ampliar)


Mesmo aqueles pacientes que apresentam antecedentes alérgicos podem realizar cintilografias sem riscos consideráveis. Apenas para comparação, o risco de reação adversa relacionada aos exames de medicina nuclear chega a ser até 1.000 vezes menor que o risco de reação aos contrastes iodados utilizados nas radiografias e tomografias contrastadas.

A radiação empregada no exame faz mal para saúde? E se eu estiver grávida?

NÃO existe dano ou risco algum para o paciente nas doses de radiação habitualmente utilizadas nos procedimentos diagnósticos de medicina nuclear. A exceção seria no caso de mulheres gestantes (principalmente no 1° trimestre) ou durante a amamentação pois, devido a maior sensibilidade do feto e do recém nascido, evita-se a exposição a qualquer nível de radiação. Portanto as cintilografias são contra-indicadas em gestantes e mulheres durante a amamentação, salvo em casos especiais previamente discutidos com médico responsável.

Como é realizada a cintilografia de tireóide?

Será realizada injeção na veia com agulha fina (desconforto mínimo) do radiofármaco. Após 20 minutos serão realizadas as imagens da tireóide que duram em média 5 minutos.

Qual é o preparo para realizar o exame?

Evitar por 15 dias os seguintes alimentos:
  • peixe
  • bacalhau
  • camarão
  • mariscos
  • algas marinhas
  • couve-flor
  • agrião
  • repolho
  • espinafre
  • alcaxofra
  • caqui
  • coca-cola, pepsi-cola
  • wiski

Suspender por 5 dias propiltiouracil com autorização do seu médico.
Suspender por 15 dias o uso de hormônio tireoidiano (puran t4, synthroid e eutirox) com autorização de seu médico.
Não é necessário suspender o tapazol.

Evitar por 15 dias, com autorização de seu médico, os seguintes medicamentos:
  • medicamentos que contenham iodo ou iodeto.
  • cortizona e butazona.
  • para tosse.
  • para vermes.
  • vitaminas que contenham iodo ou iodeto.

Suspender amiodarona com autorização de seu médico) por 3 meses.

Evitar por 15 dias iodo em contato com a pele:
  • base para unhas, esmalte.
  • tintura para cabelo.
  • bronzeador, protetor solar.
  • iodo em ferimento na pele.
  • procedimentos ginecológicos que utilizam iodo.

No caso de ter feito rx contrastado de vesícula, tomografia com contraste ou urografia excretora, o exame de tireóide só podera ser feito após 3 meses.

Trazer exames anteriores: cintilografia e ultra-som da tireóide e exame de sangue (TSH, T3, T4).



OUTROS EXAMES:

Segue abaixo os exames e tratamentos realizados no CDM. Para maiores detalhes e informações sobre o preparo clique no exame que foi solicitado para você ou entre em contato com uma de nossas unidades.

Cintilografias

  • Óssea (+)
  • Conceitos Básicos

    A cintilografia de perfusão miocárdica (CPM) é um exame da medicina nuclear que, ao ser associada ao teste de esteira ergométrica ou seu equivalente com uso de medicamentos (teste farmacológico com dipiridamol), avalia a irrigação sanguínea e a capacidade funcional do coração.

    Para que serve?

    A cintilografia de perfusão miocárdica será solicitada pelo médico(a) na suspeita ou no seguimento de doença das artérias coronárias e para avaliação ou indicação de tratamentos cardiológicos. A obstrução das artérias coronárias geralmente se manifesta com dores no peito e falta de ar principalmente aos esforços físicos, entretanto muitos pacientes não apresentam sintomas.

    O exame é seguro?

    A CPM é um exame SEGURO, com riscos MÍNIMOS. Esses riscos estão relacionados apenas a etapa de estresse cardíaco na esteira ergométrica (Teste ergométrico). Estudos médicos demonstram que menos de 1 para cada 10.000 a 12.000 casos (< 0,01%) ocorre lesão do coração diretamente atribuída ao teste de estresse cardíaco. É importante salientar que toda a etapa de estresse cardíaco é monitorada e acompanhada por médico(a) cardiologista. Lembre-se: o exame é contra-indicado para gestantes e na amamentação!
    Cintilografia de Perfusão Miocárdica (clique sobre a imagem para ampliar)

    Qual é o preparo para realizar o exame?

    • Descansar bem na noite anterior ao exame;
    • Reservar O DIA TODO para o exame;
    • Exame realizado em QUATRO FASES (injeção do fármaco, imagem de repouso, teste de esforço e imagem de esforço);
    • Após a primeira fase será necessário comer um salgado e após o teste de esforço alimentar-se.
     

    Medicamentos e alimentação:

    • Para saber quais medicamentos deverão ser suspensos antes da realização do exame ligue em uma de nossas unidades com a lista de medicamentos em uso. Os medicamentos devem ser suspensos com a autorização de seu médico.
    • 48 HORAS ANTES DO EXAME: Não tomar Café, Chás (em geral), Refrigerantes, Chocolate e Achocolatados (Nescau, Toddy etc). Medicamentos que contenham cafeína (para dor de cabeça, gripes e dores musculares) e não comer banana.
    • 24 HORAS ANTES: Suspender bebidas alcoólicas e cigarro.
    • No dia do exame NÃO fique em jejum. Faça uma dieta leve (pão ou bolacha, suco ou leite puro).
     

    Vestuário (para o teste de esforço):

    • Usar roupas leves (agasalho esportivo, short, bermuda, camiseta);
    • Mulher: Usar roupa com duas peças (saias ou bermudas, blusas ou camisetas com sutiã);
    • Usar tênis ou sapato confortável de sola de borracha;
    • Ao tomar banho, esfregar bem o peito com sabonete (para o eletrocardiograma);
    • Trazer 1 toalha de rosto.
    Trazer lista de medicamentos em uso e exames anteriores (cateterismo, angioplastia, relatório de cirurgia (safena, mamária), cintilografia cardíaca e teste de esforço). Caso não possa comparecer, avisar com 2 dias de antecedência.

     
  • Pesquisa de viabilidade miocárdica
  • Pesquisa de necrose miocárdica
  • Pulmonar de inalação e perfusão
  • Venografia
  • Linfocintilografia dos membros inferiores e superiores
  • Tireóide (+)
  • Paratireóide
  • Glândulas Salivares
  • Pesquisa de Refluxo Gastro-Esofágico
  • Fígado e Vias Biliares
  • Hepato-Esplênica
  • Pesquisas de hemangiomas hepáticos
  • Esvaziamentos esofágico e gástrico
  • Pesquisa de sangramento digestivo ativo
  • Pesquisa de sangramento digestivo intermitente
  • Pesquisa de Divertículo de Meckel
  • O que é a cintilografia renal dinâmica?

    A cintilografia renal dinâmica, resumidamente, estuda a capacidade do rim em filtrar o sangue e formar e excretar a urina, através de imagens sequenciais deste processo, permitindo a análise da dinâmica de filtração e excreção renal. O método utiliza-se do radiotraçador DTPA-99mTc, que após ser injetado na veia é filtrado pelos glomérulos renais e em seguida excretado através da via urinária.

    Para que serve o exame?

    • avaliação da função glomerular dos rins;
    • avaliação da via excretora renal, principalmente nos casos de dilatação do sistema coletor com suspeita de obstrução;
    • avaliar casos com suspeita de hipertensão de origem renovascular, quando associado ao teste com captopril;
    • avaliação do fluxo sanguíneo renal;
    • avaliação pós-transplante renal.
    Cintilografia Renal Dinâmica (DTPA) (clique sobre a imagem para ampliar)

    O exame é seguro?

    Os riscos são MÍNIMOS, relacionados apenas a probabilidade de reação adversa ao radiofármaco injetado na veia. Estudos médicos incluindo mais de 850.000 pacientes verificaram índices MÍNIMOS de reação, variando de 2 para cada 100.000 a 1,1 para cada 10.000 aplicações, ou seja, entre 0,002% a 0,01%. O tipo de reação mais verificado foi rubor cutâneo temporário (pele avermelhada), não se observou nenhuma reação grave que necessitou de hospitalização ou que tenha causado sequela para saúde. Mesmo aqueles pacientes que apresentam antecedentes alérgicos podem realizar cintilografias sem riscos consideráveis. Apenas para comparação, o risco de reação adversa relacionada aos exames de medicina nuclear chega a ser até 1.000 vezes menor que o risco de reação aos contrastes iodados utilizados nas radiografias e tomografias contrastadas.

    A radiação empregada no exame faz mal para saúde? E se eu estiver grávida?

    NÃO existe dano ou risco algum para o paciente nas doses de radiação habitualmente utilizadas nos procedimentos diagnósticos de medicina nuclear. A exceção seria no caso de mulheres gestantes (principalmente no 1° trimestre) ou durante a amamentação pois, devido a maior sensibilidade do feto e do recém nascido, evita-se a exposição a qualquer nível de radiação. Portanto as cintilografias são contra-indicadas em gestantes e mulheres durante a amamentação, salvo em casos especiais previamente discutidos com médico responsável.

    A cintilografia óssea pode ser realizada em crianças?

    O estudo pode ser realizado em recém nascidos sem nenhum prejuízo para a saúde.

    E nos casos de insuficiência renal?

    Os radiofármacos não apresentam toxicidade para os rins e mesmo os pacientes que apresentam função renal diminuída podem realizar o exame.

    Como é realizada a cintilografia renal dinâmica?

    1. Lembre-se de beber líquidos antes do exame;
    2. Após urinar e ser encaminhado para a sala de exames, o paciente irá se deitar na maca do aparelho de medicina nuclear;
    3. Em seguida será puncionado e colocado um acesso venoso, em geral no braço, com agulha fina e mínima dor, restrita apenas ao momento da punção;
    4. O exame iniciará após a administração do radiofármaco, com duração de aproximadamente 1 hora. Solicita-se não movimentar o tronco neste período de tempo, pois dependendo do grau de movimentação o exame ficará comprometido;
    5. Na maioria dos casos será administrado, no acesso venoso previamente locado, medicamento que estimula a formação da urina (lasix), após 25 minutos do início do estudo.
     

    Qual é o preparo para realizar o exame?

    • NÃO é necessário jejum! Alimente-se normalmente!
    • NÃO é necessário vir de bexiga cheia! A bexiga deve estar vazia antes do exame!
    • Beba 4 copos de água (600 ml para adultos; 7ml/kg para crianças) cerca de 10 minutos antes do exame;
    • Procure vestir roupas confortáveis, sem excessos de botões ou peças metálicas.
    • Evitar cintos com fivelas muito grandes.
    • Evite excessos de jóias, brincos, pulseiras.
    • Se tiver, traga exames recentes relacionados com seu caso (cintilografias prévias, urografias, ultra-som, tomografias, exames de sangue e urina e relatórios médicos).
    • Em caso de avaliação de hipertensão renovascular com prova do captopril o preparo é diferente, havendo necessidade de jejum de 4 horas para sólidos e suspensão de certos medicamentos. Entre em contato com uma de nossas unidades que iremos verificar a necessidade da suspensão de seus medicamentos.

     
  • Renal dinâmica para pesquisa de hipertensão renovascular
  • O que é a cintilografia renal dinâmica?

    A cintilografia renal estática, como o próprio nome afirma, consiste em imagens estáticas através do uso do radiofármaco DMSA-99mTc, o qual se concentra e se fixa aos túbulos do parênquima renal de maneira proporcional à função tubular e integridade do córtex renal.

    Para que serve o exame?

    • avaliação da função tubular dos rins;
    • avaliação da anatomia cortical;
    • diagnóstico de pielonefrite aguda (infecção dos rins);
    • avaliação e seguimento de casos de infecção urinária e/ou pielonefrites de repetição (cicatrizes corticais);
    • diagnóstico de anomalias renais (ex.: rins em ferradura, ectopias, rim único, hipoplasia renal etc).

    O exame é seguro?

    Os riscos são MÍNIMOS, relacionados apenas a probabilidade de reação adversa ao radiofármaco injetado na veia. Estudos médicos incluindo mais de 850.000 pacientes verificaram índices MÍNIMOS de reação, variando de 2 para cada 100.000 a 1,1 para cada 10.000 aplicações, ou seja, entre 0,002% a 0,01%. O tipo de reação mais verificado foi rubor cutâneo temporário (pele avermelhada), não se observou nenhuma reação grave que necessitou de hospitalização ou que tenha causado sequela para saúde. Mesmo aqueles pacientes que apresentam antecedentes alérgicos podem realizar cintilografias sem riscos consideráveis. Apenas para comparação, o risco de reação adversa relacionada aos exames de medicina nuclear chega a ser até 1.000 vezes menor que o risco de reação aos contrastes iodados utilizados nas radiografias e tomografias contrastadas.
    Cintilografia Renal Estática (DMSA) (clique sobre a imagem para ampliar)

    A radiação empregada no exame faz mal para saúde? E se eu estiver grávida?

    NÃO existe dano ou risco algum para o paciente nas doses de radiação habitualmente utilizadas nos procedimentos diagnósticos de medicina nuclear. A exceção seria no caso de mulheres gestantes (principalmente no 1° trimestre) ou durante a amamentação pois, devido a maior sensibilidade do feto e do recém nascido, evita-se a exposição a qualquer nível de radiação. Portanto as cintilografias são contra-indicadas em gestantes e mulheres durante a amamentação, salvo em casos especiais previamente discutidos com médico responsável.

    A cintilografia óssea pode ser realizada em crianças?

    O estudo pode ser realizado em recém nascidos sem nenhum prejuízo para a saúde.

    E nos casos de insuficiência renal?

    Os radiofármacos não apresentam toxicidade para os rins e mesmo os pacientes que apresentam função renal diminuída podem realizar o exame.

    Como é realizada a cintilografia renal estática?

    1. Lembre-se que NÃO é necessário jejum e NÃO é necessário ficar de bexiga cheia;
    2. A primeira etapa consiste apenas na injeção na veia (agulha fina e mínima dor) do radiofármaco DMSA-99mTc, com duração média de 10 minutos;
    3. Após a injeção será marcado horário de retorno para aquisição das imagens renais, em geral 4 a 6 horas após a injeção. Este intervalo é o tempo necessário para o radiofármaco ser concentrado de maneira adequada nos rins;
    4. Durante o intervalo de 4 a 6 horas o paciente poderá realizar qualquer atividade habitual. Poderá inclusive retornar para sua casa ou trabalho;
    5. A segunda etapa consiste na aquisição das imagens dos rins no aparelho de medicina nuclear, durando em média 20 minutos e sem necessidade de novas injeções;
    6. A posição para realização do exame é deitada com a barriga para cima.
     

    Qual é o preparo para realizar o exame?

    • NÃO é necessário jejum! Alimente-se normalmente!
    • NÃO é necessário suspender medicamentos.
    • NÃO é necessário vir de bexiga cheia! A bexiga deve estar vazia antes do exame!
    • Procure vestir roupas confortáveis, sem excessos de botões ou peças metálicas.
    • Evitar cintos com fivelas muito grandes.
    • Evite excessos de jóias, brincos, pulseiras.
    • Se tiver, traga exames recentes relacionados com seu caso (cintilografias prévias, urografias, ultra-som, tomografias, exames de sangue e urina e relatórios médicos).

     
  • Pesquisa do Refluxo Vésico Ureteral
  • Testicular
  • O que é SPECT cerebral?

    O termo “SPECT cerebral” na realidade significa estudo do cérebro através de imagens tomográficas de medicina nuclear, derivando do inglês: “Single Photon Emission Computer Tomography” (Tomografia por Emissão de Fóton Único). Basicamente, o SPECT de perfusão cerebral, consiste na injeção na veia de radiofármacos que apresentam a capacidade de se concentrar nas células cerebrais (neurônios) proporcionalmente ao aporte sanguíneo e, indiretamente, proporcional à demanda funcional (metabolismo cerebral). O radiofármaco mais utilizado e de produção nacional pelo IPEN-SP é o ECD-99mTc (dímero etilcisteinato marcado com tecnécio-99m).

    Para que serve o exame?

    O estudo de perfusão cerebral, como já dito anteriormente, possibilita a análise do fluxo sanguíneo e função ou metabolismo cerebral, podendo ser atualmente utilizado:
    • na localização de foco epileptogênico, sendo método de fundamental importância na avaliação pré-operatória de epilepsias focais de difícil controle, idealmente em conjunto com o vídeo-EEG e ressonância magnética;
    • diagnóstico precoce, planejamento e controle terapêutico, além de avaliação prognóstica de doenças cérebro-vasculares (“AVCs”, “derrames”);
    • critério de confirmação de suspeita de morte cerebral;
    • diagnóstico diferencial de demências (Demência Vascular, Doença de Alzheimer, Demência Frontal etc;);
    • investigação de distúrbios do movimento, dentre os quais a Doença de Huntington;
    • demonstração de danos cerebrais decorrentes do uso de drogas (cocaína, crack, heroína etc).
    Perfusão Cerebral (SPECT Cerebral) (clique sobre a imagem para ampliar)

    O exame é seguro?

    Os riscos são MÍNIMOS, relacionados apenas a probabilidade de reação adversa ao radiofármaco injetado na veia. Estudos médicos incluindo mais de 850.000 pacientes verificaram índices MÍNIMOS de reação, variando de 2 para cada 100.000 a 1,1 para cada 10.000 aplicações, ou seja, entre 0,002% a 0,01%. O tipo de reação mais verificado foi rubor cutâneo temporário (pele avermelhada), não se observou nenhuma reação grave que necessitou de hospitalização ou que tenha causado sequela para saúde. Mesmo aqueles pacientes que apresentam antecedentes alérgicos podem realizar cintilografias sem riscos consideráveis. Apenas para comparação, o risco de reação adversa relacionada aos exames de medicina nuclear chega a ser até 1.000 vezes menor que o risco de reação aos contrastes iodados utilizados nas radiografias e tomografias contrastadas.

    A radiação empregada no exame faz mal para saúde? E se eu estiver grávida?

    NÃO existe dano ou risco algum para o paciente nas doses de radiação habitualmente utilizadas nos procedimentos diagnósticos de medicina nuclear. A exceção seria no caso de mulheres gestantes (principalmente no 1° trimestre) ou durante a amamentação pois, devido a maior sensibilidade do feto e do recém nascido, evita-se a exposição a qualquer nível de radiação. Portanto as cintilografias são contra-indicadas em gestantes e mulheres durante a amamentação, salvo em casos especiais previamente discutidos com médico responsável.

    Como é realizado o SPECT de perfusão cerebral?

    Antes do início do exame, após fornecer dados para ficha cadastral, a equipe técnica realizará uma entrevista rápida, no intuito de obter informações pertinentes a respeito dos seus antecedentes de saúde. Por tratar-se de exame que avalia função e metabolismo cerebral, há necessidade prévia de repouso em ambiente escuro e silencioso (mínimos estímulos visuais e auditivos), com repouso em maca na sala apropriada e punção prévia de acesso venoso. Após cerca de 10-15 minutos em repouso, será injetado o radiofármaco através do acesso venoso pré-existente. A dose de radiação é baixa (similar a exame da radiologia), com probabilidade quase nula de reação alérgica. Uma vez injetado o radiofármaco, o tempo de concentração ideal no cérebro para obtenção das imagens é de 30 a 40 minutos. Após este intervalo de tempo, será realizado estudo tomográfico (SPECT), com posicionamento do aparelho junto ao crânio. Será colocado apoio especial de cabeça, com bandagem para evitar movimentação que prejudique a qualidade das imagens cerebrais. A aquisição das imagens dura em média 40 minutos. IMPORTANTE: O aparelho de medicina nuclear (“gama-câmara”) realizará uma trajetória circular de 360°, passando próximo do crânio sem encostar. NÃO mexer a cabeça e evitar movimentos do tronco são essenciais, pois dependendo do grau de movimentação pode ser necessário repetir o exame.

    Qual é o preparo para realizar o exame?

    • NÃO é necessário jejum! Alimente-se normalmente!
    • Informar caso faça uso de medicamentos para ansiedade, depressão ou outra indicação neurológica.
    • Procurar vestir roupas confortáveis, sem excessos de botões ou peças metálicas.
    • Evitar excessos de jóias, brincos, pulseiras.
    • Se tiver, trazer exames recentes relacionados com seu caso (cintilografias prévias, tomografia e ressonância do crânio).

     
  • Cisternocintilografia
  • O que é PCI?

    O termo PCI consiste na abreviatura de “Pesquisa de Corpo Inteiro”, e representa qualquer exame de medicina nuclear que faça um rastreamento diagnóstico através de uma imagem do corpo todo. Portanto, o termo “PCI" pode ser aplicado em diversos exames na medicina nuclear. Apenas como exemplo, existem inúmeros radiotraçadores além do iodo radioativo empregados para PCIs, tais como o sestamibi-99mTc, o tálio-201, MIBG-131I, octreotide-111In, citrato de gálio-67 etc. As informações contidas nesse tópico são relacionadas a PCI com iodo radioativo (radioiodo), sendo o mais utilizado o iodo-131.

    Para que serve o exame?

    Baseado na propriedade de concentração de iodo inerente das células tireoidianas normais e certos tipos de células de câncer tireoideano, a PCI com iodo-131 é indicada para avaliação de pacientes com carcinoma diferenciado de tireóide. Os carcinomas diferenciados de tireóide, ou em outras palavras, que ainda mantém a capacidade de concentrar o iodo, são classificados basicamente em carcinoma papilífero e folicular, apresentando ainda alguns variantes. Portanto, a PCI com radioiodo pode ser indicada para:
    • avaliação inicial, após a cirurgia de retirada da tireóide, com objetivo de avaliar a presença de tecido tireoidiano remanescente e possível acometimento de outros órgãos, neste caso com o objetivo de melhor cálculo da dose terapêutica de iodo-131.
    • avaliação após a dose terapêutica de iodo-131, também denominada de PCI pós-dose terapêutica, sendo em geral realizada 4 a 10 dias após o tratamento;
    • seguimento a médio e longo prazo de pacientes tratados, tanto para fins de controle ou na suspeita de recidiva (reaparecimento) da doença.
    Pesquisa de corpo inteiro com Iodeto-131I (clique sobre a imagem para ampliar)

    O exame é seguro?

    Os riscos são MÍNIMOS, relacionados à probabilidade de reação adversa a medicamentos. Estudos médicos* da década de 90 incluindo mais de 850.000 pacientes verificaram índices MÍNIMOS de reação adversa em procedimentos gerais de medicina nuclear, variando de 2 para cada 100.000 a 1,1 para cada 10.000 procedimentos, ou seja, entre 0,002% a 0,01%. Nos casos de indivíduos com relato de “alergia ao iodo”, NÃO existe relação de reação adversa ou alérgica grave com as doses habitualmente empregadas na PCI com radioiodo. Como curiosidade, a quantidade de átomos de iodo na dose empregada na PCI é MENOR que a quantidade encontrada na dieta habitual (inclusive no nosso sal, que por lei é iodado), e MUITO MENOR que a quantidade de iodo contido nos contrastes iodados da urografia, tomografia e cateterismo cardíaco. Apenas para comparação, o risco de reação adversa relacionada aos exames de medicina nuclear chega a ser até 1.000 vezes menor que o risco de reação aos contrastes iodados utilizados nas radiografias e tomografias contrastadas. O radioiodo é administrado por via oral diferentemente dos contrastes.

    A radiação empregada no exame faz mal para saúde?

    NÃO existe dano ou risco algum para o paciente nas doses de radiação habitualmente utilizadas nos procedimentos diagnósticos de medicina nuclear. A exceção seria no caso de mulheres gestantes ou durante a amamentação pois, devido a maior sensibilidade do feto e do recém nascido, evita-se a exposição a qualquer nível de radiação e especificamente no caso dos exames com iodo-131 pode ocorrer acumulo do radiofármaco na pequena glândula tireóide do feto ou do recém nascido causando redução na produção dos hormônios tireoidianos. PORTANTO AS CINTILOGRAFIAS COM IODO-131 SÃO CONTRA-INDICADAS EM GESTANTES E MULHERES DURANTE A AMAMENTAÇÃO. PARA AS PACIENTES EM IDADE FÉRTIL O EXAME NÃO SERÁ REALIZADO SEM UM TESTE DE GRAVIDEZ NEGATIVO.

    Como é realizada a PCI com radioiodo?

    Inicialmente, após fornecer dados para ficha cadastral, a equipe técnica do CDM realizará uma entrevista, no intuito de obter informações pertinentes a respeito dos antecedentes de saúde, sendo então administrada por via oral dose diagnóstica de iodo-131 que consiste em líquido incolor, sem gosto, sem riscos ou efeitos colaterais significativos. O volume a ser ingerido é muito pequeno, equivalente a um gole. Após a ingestão do radioiodo o(a) paciente retornará após 48 horas para realização das imagens, sendo o número de dias de retorno decididos para cada situação pela equipe do CDM. O horário de retorno para realização das imagens no aparelho de medicina nuclear será fornecido no dia da dose pela equipe técnica. Neste intervalo procure ingerir líquidos para estimular a micção e eliminar a parcela de dose que não foi retida pelo organismo. Deve-se tomar muito cuidado para não respingar urina nas roupas ou no próprio corpo, pois a presença desta urina com traços radioativos poderá atrapalhar na hora de adquirir as imagens. Pode ser também necessário o uso de laxantes para eliminar o radioido eliminado pelo intestino. O tempo para adquirir as imagens de PCI é em torno de 60 minutos. Em alguns casos (pacientes com lenta eliminação intestinal do iodo) será necessário retornos para novas imagens. Nos retornos o tempo de imagem é de 15 a 20 minutos.

    Qual é o preparo para realizar o exame?

    O preparo realizado antes da PCI com radioiodo é feito para reduzir os níveis de iodo não radioativo circulante no organismo. Este iodo pode interferir na concentração do iodo radioativo usado para a PCI, podendo interferir com o resultado do exame. Abaixo segue o preparo para a realização da PCI com iodo-131.

    Orientações gerais:

    • Suspender por 30 dias o hormônio tireoidiano (puran t4, synthroid e eutirox).
    • Caso tenha feito a cirurgia recentemente será necessário aguardar 30 dias após a cirurgia para realizar o exame.
    • No caso de ter feito rx contrastado de vesícula, tomografia com contraste ou urografia excretora, o exame só podera ser feito após 3 meses.
    • Após o preparo e antes da dose de iodo, deve-se colher exame de sangue para dosar o hormônio TSH, a tireoglobulina e o anticorpo anti-tireoglobulina.
     

    Medicamentos:

    Evitar por 15 dias os seguintes medicamentos:
    • medicamentos que contenham iodo ou iodeto;
    • cortizona e butazona;
    • para tosse;
    • para vermes;
    • vitaminas que contenham iodo ou iodeto.
    Suspender amiodarona (com autorização de seu médico) por 3 meses.

    Alimentação:

    Evitar por 15 dias os seguintes alimentos:
    • peixe;
    • bacalhau;
    • camarão;
    • mariscos;
    • algas marinhas;
    • couve-flor;
    • agrião;
    • repolho;
    • espinafre;
    • alcaxofra;
    • caqui;
    • coca-cola, pepsi-cola, etc;
    • wisk.

    Evitar por 15 dias iodo em contato com o corpo:

    • Base para unhas, esmalte;
    • Tintura para cabelo;
    • Bronzeador, protetor solar;
    • Iodo em ferimento na pele;
    • Procedimentos ginecológicos que utilizam iodo.
     

    Sendo mulher, não poderá fazer o exame nos casos de:

    • Gravidez;
    • Suspeita de gravidez;
    • Amamentação.
     

    No dia da dose:

    • JEJUM de 4 horas no dia marcado para administração por via oral do radioiodo.
    • Se tiver, trazer exames recentes relacionados com o caso (cintilografias/PCIs prévias, radiografias, tomografias, ressonância, ultra-som, biópsias, relatórios médicos, exames de sague como TSH, tireoglobulina e anticorpo anti-tireoglobulina).
     

    No dia das imagens:

    • Procurar vestir roupas confortáveis, sem excessos de botões ou peças metálicas.
    • Não é necessário vir de bexiga cheia. Recomenda-se beber líquidos e urinar com freqüência após a dose de iodo e antes das imagens.


     
  • Pesquisa de corpo inteiro com gálio–67
  • Pesquisa de corpo inteiro com MIBG–131I
  • Pesquisa de corpo inteiro com tálio-201 ou sestamibi-99mTc)
  • O que é “Linfonodo Sentinela”?

    O sistema linfático corresponde a inúmeros canais (ou vasos) que transportam a linfa proveniente da maioria dos tecidos e órgãos do corpo humano. Estes canais confluem para “estações” intermediárias de formato similar a um nó ou nódulo, denominadas linfonodos ou gânglios linfáticos. O sistema linfático desemboca finalmente no sistema venoso. Além da função de transporte, o sistema linfático tem a função de defesa por “filtrar” e/ou eliminar agentes estranhos (micróbios, partículas, macromoléculas, células anormais etc) presentes na linfa, principalmente através dos linfonodos. Como exemplo podemos citar a “íngua” que pode se formar na região da virilha após ferimento nos pés ou perna, que reflete o aumento reacional da estação de linfonodos responsável pela drenagem e defesa (“filtragem”) da linfa proveniente da perna em questão, neste caso apresentando micróbios devido à ferida contaminada. A mesma analogia pode ser aplicada ao câncer, entretanto e infelizmente, na maioria das vezes o sistema linfático não consegue eliminar ou reter as células do câncer de maneira eficaz, servindo portanto como via de disseminação (“espalhamento”) da doença. O Linfonodo Sentinela é considerado o PRIMEIRO linfonodo a receber a drenagem proveniente da região do tumor, apresentando a propriedade de predizer a situação do restante da cadeia linfática responsável pela drenagem do tecido ou órgão acometido.
    Linfocintilografia (clique sobre a imagem para ampliar)

    Quando o linfonodo sentinela NÃO apresenta infiltração por células de câncer, a chance do restante da cadeia linfática estar infiltrada é mínima, não sendo necessário cirurgias de esvaziamento ganglionar (retirada dos demais linfonodos), minimizando os riscos e complicações inerentes a maior complexidade do procedimento. Quando o linfonodo sentinela esta infiltrado por células cancerosas, a probabilidade do restante dos linfonodos estarem acometidos é significativa, devendo-se então proceder a cirurgia de esvaziamento ganglionar e, na maioria das vezes, a outros tratamentos como quimioterapia, hormônio-terapia, imunoterapia e radioterapia. A primeira aplicação deste conceito foi em 1960. Nos anos seguintes, entre as décadas de 70 a 90, o conceito do linfonodo sentinela foi estendido ao câncer de pênis e melanoma. A partir da década de 90 a aplicação do linfonodo sentinela foi testada e analisada em outros tipos de tumores e principalmente nos casos de câncer de mama. Devido à importância mundial desta doença, surgiram milhares de estudos científicos e pesquisas clínicas nesta temática, com resultados confiáveis e satisfatórios que consagraram o uso do conceito do linfonodo sentinela para predizer de maneira precisa o “status” da cadeia linfática de drenagem da mama (cadeia axilar), reservando as cirurgias de esvaziamento axilar – antes realizadas na quase totalidade das pacientes – para apenas quando necessário, ou seja, na presença de infiltração tumoral do linfonodo sentinela.

    Para que serve a Linfocintilografia?

    A linfocintilografia enquadra-se neste contexto como método de excelência na detecção pré-operatória do linfonodo sentinela no câncer de mama, melanoma e outros tumores apresentando resultados ótimos. No momento da operação, através da cirurgia radioguiada, a medicina nuclear continua a contribuir para detecção precisa do linfonodo sentinela, ajudando o cirurgião a rastrear, identificar e retirar de maneira rápida e precisa o linfonodo sentinela previamente marcado com traçador radioativo na linfocintilografia. Na cirurgia radioguiada, utiliza-se um detector portátil de radiação gama (gama-probe) composto por detector semicondutor compacto e ergonômico, de alta sensibilidade e colimação, que permite através de escalas de contagens, luz e som guiar o cirurgião em direção a área de concentração focal de radioatividade, neste caso representada pelo linfonodo sentinela. A cirurgia radioguiada, além da detecção do linfonodo sentinela, também pode ser aplicada na detecção e retirada precisa de lesões mamárias suspeitas porém não palpáveis (ROLL = “radioguided occult lesion localisation”) através da injeção de dose mínima de radiotraçador no local de interesse e posterior retirada cirúrgica guiada pelo gama-probe. Esta técnica oferece resultados similares e, em alguns estudos, melhores que a técnica do agulhamento ou carvão, com a grande vantagem de menor incômodo para a paciente.
    Ainda, a cirurgia radioguiada pode ser aplicada nas cirurgias de paratireóides (adenomas), câncer de tireóide, osteoma osteóide, tumores neuroendócrinos, enfim, qualquer lesão de difícil localização que concentre seletivamente determinado radiofármaco e que seja passível de tratamento cirúrgico. Resumindo, a identificação do linfonodo sentinela através da linfocintilografia, permite:
    • a retirada cirúrgica rápida e precisa do linfonodo sentinela através da cirurgia radioguiada;
    • a análise mais minuciosa e acurada pelo patologista apenas do linfonodo sentinela, ao contrário do que acontecia sem o uso da linfocintilografia, quando cerca de 20 linfonodos provenientes do esvaziamento axilar eram analisados;
    • avaliação precisa do “status” ganglionar, permitindo restringir cirurgias de maior porte apenas se necessário, além de orientar adequadamente o uso de terapia sistêmica;
    • redução da quantidade de esvaziamentos ganglionares desnecessários, com consequente redução de custo e das complicações pós-operatórias (edema, dor pós-operatória, risco de infecção, perda de harmonia estética etc).

    O exame é seguro?

    Os riscos são MÍNIMOS, relacionados apenas a probabilidade de reação adversa ao radiofármaco injetado na veia. Estudos médicos incluindo mais de 850.000 pacientes verificaram índices MÍNIMOS de reação, variando de 2 para cada 100.000 a 1,1 para cada 10.000 aplicações, ou seja, entre 0,002% a 0,01%. O tipo de reação mais verificado foi rubor cutâneo temporário (pele avermelhada), não se observou nenhuma reação grave que necessitou de hospitalização ou que tenha causado sequela para saúde. Mesmo aqueles pacientes que apresentam antecedentes alérgicos podem realizar cintilografias sem riscos consideráveis. Apenas para comparação, o risco de reação adversa relacionada aos exames de medicina nuclear chega a ser até 1.000 vezes menor que o risco de reação aos contrastes iodados utilizados nas radiografias e tomografias contrastadas.

    A radiação empregada no exame faz mal para saúde? E se eu estiver grávida?

    NÃO existe dano ou risco algum para o paciente nas doses de radiação habitualmente utilizadas nos procedimentos diagnósticos de medicina nuclear. A exceção seria no caso de mulheres gestantes (principalmente no 1° trimestre) ou durante a amamentação pois, devido a maior sensibilidade do feto e do recém nascido, evita-se a exposição a qualquer nível de radiação. Portanto as cintilografias são contra-indicadas em gestantes e mulheres durante a amamentação, salvo em casos especiais previamente discutidos com médico responsável.

    Como é realizada a Linfocintilografia?

    O procedimento é semelhante nos casos de detecção do linfonodo sentinela em câncer de MAMA e MELANOMA, diferindo apenas no local das injeções do radiofármaco. Os radiofármacos utilizados são partículas marcadas com o radioisótopo tecnécio-99m. Estas partículas, por características de tamanho e carga, são drenadas pelo sistema linfático do local da injeção, sendo captadas e retidas no primeiro linfonodo, ou seja, o linfonodo sentinela. Nos casos de câncer de mama, pode-se injetar o radiofármaco em 4 pontos superficiais em volta da aréola (“margens do mamilo”) ou então próximo ao tumor. Nos melanomas, a injeção será feita em 2 a 6 pontos superficiais ao redor da lesão na pele. As injeções na pele provocam dor de intensidade moderada (geralmente ardência local restrita ao momento de cada injeção). Após a injeção haverá um intervalo de mais ou menos 1 hora para que ocorra a drenagem do radiofármaco. Após o intervalo serão realizadas as imagens na gama-câmara para localização do linfonodo sentinela e marcação com caneta na pele com intuito de facilitar o procedimento cirúrgico. Em seguida a paciente será liberada para realizar a internação. A cirurgia será acompanhada pelo médico nuclear e o gama-probe irá auxiliar na detecção do linfonodo sentinela durante o procedimento cirúrgico.

    Quais são as principais recomendações para o exame?

    • Especificamente para a linfocintilografia não é necessário jejum entretanto, dependendo do horário da cirurgia, o paciente já deverá estar em jejum.
    • Procurar vestir roupas confortáveis, sem excessos de botões ou peças metálicas.
    • Evitar excessos de jóias, brincos, pulseiras.
    • Traga exames recentes relacionados com seu caso (mamografia, ultra-som, biópsias, relatórios médicos).

     

    Para que serve a Cirurgia Radioguiada?

    Na cirurgia radioguiada, utiliza-se um detector portátil de radiação gama (gama-probe) composto por detector semicondutor compacto e ergonômico, de alta sensibilidade e colimação, que permite através de escalas de contagens, luz e som guiar o cirurgião em direção a área de concentração focal de radioatividade. A cirurgia radioguiada, além da detecção do linfonodo sentinela, pode ser aplicada na detecção e retirada precisa de lesões mamárias suspeitas porém não palpáveis (ROLL = “radioguided occult lesion localisation”) através da injeção de dose mínima de radiotraçador no local de interesse e posterior retirada cirúrgica guiada pelo gamma-probe. Esta técnica oferece resultados similares e, em alguns estudos, melhores que a técnica do agulhamento ou carvão, com a grande vantagem de menor incômodo para a paciente.
    Ainda, a cirurgia radioguiada pode ser aplicada nas cirurgias de paratireóides (adenomas), câncer de tireóide, osteoma osteóide, tumores neuroendócrinos, enfim, qualquer lesão de difícil localização que concentre seletivamente determinado radiofármaco e que seja passível de tratamento cirúrgico. Como existem diversos tipos de cirurgias raidoguiadas dependendo do tipo de doença presente por favor entre em contato com nossa clínica para maiores informações.

  • Mamária com sestamibi –99mTc
  • Dacriocintilografia


Usos terapêuticos

    O preparo realizado antes da dose terapêutica reduz os níveis de iodo não radioativo circulante no organismo e aumenta a eficácia do tratamento.

    Exames radiológicos

    Exames que utilizam contrastes iodados (tomografia com contraste, urografia excretora) deverão ser evitados por 3 meses antes da dose terapêutica.

    Exames ginecológicos

    Existem exames ginecológicos que utilizam iodo e por isso não devem ser realizados por 30 dias antes da dose, assim como procedimentos que usem anti-sépticos com iodo (álcool iodado, povidine, etc.).

    Tintura e maquiagem

    As tinturas de cabelo possuem grande quantidade de iodo, devendo ser evitadas por 15 dias antes da dose. Maquiagem como batons e esmaltes de unha de coloração escura também devem ser evitados.

    Medicamentos:

    • Ancoron, Amiodarona, Angiodarona, Diodarone, Miocoron e Miodaron: suspender por 3 a 6 meses antes da dose terapêutica. ATENÇÃO (!!!), caso você faça uso dessa medicação, o seu médico deverá ser consultado para eventual mudança terapêutica.
    • Tapazol (Metimazol) e Propiltiouracil: suspender por 10 dias antes da dose e propil 20 dias.
    • Euthyrox, Synthroid, Puran T-4, Tetroid, Tyroplus: suspender por 30 dias.
    • Cynomel: suspender por 15 dias (estes medicamentos não costumam ser utilizados por pacientes com hipertireoidismo).
    OBS.: Evite qualquer tipo de xarope, pois a maioria contém iodo. Informe o médico do CDM e consulte a bula antes de usar qualquer medicação.

    Gravidez

    A dose terapêutica não pode ser administrada a gestantes; portanto, afaste qualquer possibilidade de gravidez!!! Após a dose terapêutica, a gravidez deverá ser evitada por pelo menos 6 meses!

    Jejum no dia da dose terapêutica de iodo-131

    Nas 6 horas antes da dose terapêutica via oral e nas 2 horas após a mesma, você deverá estar em jejum para garantir uma melhor absorção do iodo radioativo pelo estômago.

    Possíveis efeitos adversos do tratamento:

    • Evolução tardia para hipotireoidismo (tireóide funcionando menos que o normal): necessitando de reposição hormonal contínua.
    • Dor leve na região anterior do pescoço, facilmente controlada com analgésicos comuns.
    • Intensificação dos sintomas de hipertireoidismo ( transitório ). Complicação RARA.
     

    Resposta ao tratamento

    A melhora do hipertireoidismo costuma ser gradual, com tempo médio de resposta máxima ao tratamento em torno de 3 semanas a 3 meses após a dose.

    Acompanhamento médico

    É fundamental o retorno e acompanhamento com seu médico (a) - que solicitou a dose terapêutica - para controle clínico pós-tratamento e exames de função tireoidiana.

    Alimentação:

    Evitar por 15 dias os seguintes alimentos:
    • peixe
    • bacalhau
    • camarão
    • mariscos
    • algas marinhas
    • couve-flor
    • agrião
    • repolho
    • espinafre
    • alcaxofra
    • caqui
    • coca-cola, pepsi-cola
    • wiski

    Outros cuidados:

    • Não usar medicamentos e suplementos alimentares que contenham iodo.
    • Informar ao médico o uso de comprimidos, cápsulas ou remédios de cor vermelha.
    • Evitar banhos de mar.
    • Alimentos e bebidas com corante vermelho podem conter iodo (ex. balas, Whisky).
    • Não usar cosméticos de coloração (batom, esmalte, tintura de cabelo, bronzeadores etc.).
    • Não usar antissépticos com iodo (polvidine, mercúrio, etc).
    • Não usar xarope para tosse.
    • Não realizar exames que utilizem contraste iodado (tomografia computadorizada, por exemplo).

     

    Preparo

    Antes da administração da dose de iodo é importante que você tenha seguido as orientações fornecidas pela clínica sobre a dieta pobre em iodo e sobre medicamentos e produtos que devem ser evitados antes da dose. Você deverá ter parado de tomar o hormônio tireoidiano (Puran, Synthroid ou Eutirox) 30 dias antes da dose. No dia da dose (internação) você deverá estar em jejum de 8 horas. O tratamento não poderá ser realizado em casos de gravidez, suspeita de gravidez ou amamentação. As mulheres que ainda podem ter filhos deverão colher um teste de gravidez e apresentar o resultado no dia da dose.

    A dose de iodo-131

    O iodo-131 é usado há vários anos para tratar os pacientes que foram submetidos à retirada total da tireóide. O número de doses é variável dependendo do seguimento clínico de cada paciente. O iodo-131 é administrado em forma líquida ou em cápsula por via oral e concentra-se principalmente em tecido tireoidiano, mas também nas glândulas salivares e estômago. A eliminação ocorre em maior parte pela urina e em pequena quantidade pelas fezes e suor. O tratamento é seguro e a maioria dos pacientes não relata efeitos colaterais.

    A internação

    A duração da internação é um pouco variável dependendo de cada paciente mas normalmente dura 2 dias. O único motivo para a sua internação é evitar que outras pessoas (familiares, amigos, etc) entrem em contato com o iodo-131 que você estará recebendo. O quarto é equipado com televisão, ar condicionado, sofá, geladeira e banheiro privativo. Para maior conforto e distração você poderá levar revistas, livros, rádio, além de alimentos de sua preferência que fizerem parte da dieta pobre em iodo. Leve também seu pijama, chinelos. É obrigatório levar sua própria roupa de cama, toalha, ou seja tudo de uso pessoal. A equipe de enfermagem é treinada para não entra no quarto desnecessariamente, porém atenderá qualquer chamado pela campainha e entrará em contato com o médico responsável a qualquer momento.

    Cuidados durante a internação

    Após a administração da dose você deverá permanecer em jejum por mais 2 horas para que não ocorra interferência com a absorção do iodo-131. Após as duas horas de jejum é muito importante tomar bastante líquido que deverá ser disponibilizado pela enfermagem. O líquido auxilia na eliminação adequada do iodo-131 pela urina. Quando usar o banheiro urinar apenas dentro do vaso sanitário e dar 3 descargas. Não urine no chuveiro e mesmo sendo homem procure urinar sentado.
    Pode ocorrer algum desconforto gástrico e náuseas após a dose, principalmente nos pacientes que tem gastrite. Esses sintomas podem facilmente ser resolvidos com medicamentos específicos e você deverá chamar a enfermagem caso sinta alguma coisa. Nesse caso será providenciado o medicamento com a finalidade de evitar o vômito. Caso seja impossível evitar o vômito, não vomite no chão ou na cama, use apenas o vaso sanitário. Devido ao acúmulo do iodo-131 nas glândula salivares pode ocorrer discreto inchaço abaixo da mandíbula e alteração temporária do paladar. Esses sintomas podem ser prevenidos estimulando a salivação. Leve para o Hospital dois limões de sua preferência e procure pingar na boca várias vezes durante o dia. Balas, chicletes e a ingestão de bastante líquido também podem promover o estímulo da salivação.

    Alta hospitalar

    Depois que você receber alta do hospital deverá continuar a ter os seguintes cuidados em casa por mais 3 dias:
    • Evitar contato com mulheres grávidas e crianças de colo.
    • Lave suas roupas íntimas separadamente da roupa dos familiares.
    • Procure dormir sozinho no quarto.
    • Procure usar um banheiro só para você.
    • Sempre que usar o vaso sanitário de bastante descarga e lave bem as mãos.
    • Continuar estimulando a salivação com limão, balas e chiclete.
    • Continuar ingerindo bastante líquido.
    Continue o acompanhamento com seu médico e não tome medicamentos sem orientação. As mulheres devem evitar engravidar no período de 1 ano após a dose.

    Reposição hormonal e dieta

    Você pode reiniciar a reposição hormonal e dieta livre de 1 dia após a alta hospitalar. Consulte seu médico. Caso não seja possível utilize a seguinte receita: Puran T4 25ug 1cx Tomar 25ug via oral, por dia durante 3 dias. A cada 3 dias, acrescentar 25ug até atingir a dose de ___________ ug.

    Cintilografia de corpo inteiro após a dose terapêutica

    Na data informada você deverá comparecer ao CDM para realizar uma cintilografia de corpo inteiro com a finalidade de observarmos a distribuição da dose administrada. Não será necessário tomar outra dose para esta imagem. Neste dia não coloque qualquer peça de roupa que foi usada durante a internação. Procure tomar banho de corpo inteiro na véspera e na manhã do dia do exame. Para realizar essa imagem NÃO é necessário estar em jejum.

    Alimentação:

    Evitar por 15 dias os seguintes alimentos:
    • peixe
    • bacalhau
    • camarão
    • mariscos
    • algas marinhas
    • couve-flor
    • agrião
    • repolho
    • espinafre
    • alcaxofra
    • caqui
    • coca-cola, pepsi-cola
    • wiski

    Outros cuidados:

    • Não usar medicamentos e suplementos alimentares que contenham iodo.
    • Informar ao médico o uso de comprimidos, cápsulas ou remédios de cor vermelha.
    • Evitar banhos de mar.
    • Alimentos e bebidas com corante vermelho podem conter iodo (ex. balas, Whisky).
    • Não usar cosméticos de coloração (batom, esmalte, tintura de cabelo, bronzeadores etc.).
    • Não usar antissépticos com iodo (polvidine, mercúrio, etc).
    • Não usar xarope para tosse.
    • Não realizar exames que utilizem contraste iodado (tomografia computadorizada, por exemplo).
    Obs: Colher um dia antes exame de sangue: TSH, Anticorpo Anti – Tireoglobina, Tireoglobina.

     
  • Tratamento da dor óssea metastática com samário–153
  • Tratamento de tumores neuroendócrinos com MIBG-131I


Densitometria óssea


 

O que é osteoporose?

Osteoporoses significa “poros nos ossos”. Uma pessoa com osteoporose pode sofrer fraturas com facilidade, porque seus ossos ficam sensíveis a qualquer esforço, podendo ocorrer inclusive fraturas espontâneas.

Normalmente, a parte interna do osso parece uma esponja. Com a osteoporose, os buracos na “esponja” começam a ficar maiores e com paredes mais frágeis tornado-se menos resistentes e mais propensos às fraturas.

A osteoporose progride sem sintomas ou dor, até que ocorra uma fratura. As partes mais vulneráveis a fratura são: bacia, colo do fêmur, coluna e punho. A osteoporose afeta mais da metade da população feminina acima de 65 anos. Nos homens, a proporção é de um para cada cinco mulheres.

Mesmo com osteoporose pode-se ter uma vida ativa e confortável, desde que siga as orientações médicas e faça algumas adaptações no estilo de vida.


Exames de sangue

Os exames de sangue são realizados apenas na unidade Marília.
  • 17 ALFA OHP
  • ACTH
  • ALDOSTERONA
  • ANDROSTENEDIONA
  • ANTI CARDIOLIPINA
  • ANTI TPO
  • ANTI TG
  • CA 125-II
  • CA 19-9
  • CA 15-3
  • CALCITONINA
  • CORTISOL
  • DHEA
  • ESTRADIOL E2
  • FSH
  • HCG BETA QUANTITATIVO
  • HGH
  • IGFBP 3
  • IGG
  • IGM
  • INSULINA
  • LH
  • PROGESTERONA
  • PROLACTINA
  • PTH
  • RENINA
  • SDHEA
  • SOMATOMEDINA
  • T3
  • T4
  • T4 LIVRE
  • TESTOSTERONA LIVRE
  • TESTOSTERONA
  • TIREOGLOBULINA
  • TRAB
  • TSH